Colinas intensifica combate ao borrachudo

 

A Administração Municipal através da Secretaria Municipal da Agricultura e Meio Ambiente esta realizando a aplicação do inseticida biológico Bacillus thuringiensis israelensis (BTI) nas comunidades do interior de Colinas a fim de evitar a proliferação do mosquito borrachudo durante o verão. Receberam o mutirão as comunidades Ano Bom, Ano Bom Alto, Beija-Flor, Beira Trilho, Leopoldina, Santo Antônio, 31 de Outubro, Roncador e Roncadorzinho.

A aplicação ocorreu na tarde desta terça-feira, dia 3 de setembro, e manhã desta quarta-feira. Nesta época do ano, com dias mais frios, o processo ocorre entre 20 e 30 dias. Já no verão é feito quinzenalmente. “Tudo depende de como está a condição climática. A água também precisa estar limpa senão não tem efeito”, explica o secretário Marco Aurélio Rohr.

Sobre o mosquito

O mosquito borrachudo é um inseto da família dos simulídeos, mas que não tem nada a ver com o pernilongo. Os borrachudos gostam de voar durante o dia, com sol quente e ainda bem pequenos. A fêmea é quem dá a picada e se alimenta do sangue de mamíferos. A região da pele atingida incha porque quando o inseto pica injeta uma substância que provoca uma reação alérgica na pele.

A fêmea adulta deposita os ovos em folhas e galhos submersos em água corrente dos riachos. Os ovos viram larvas e pupas, e depois de 25 dias o borrachudo adulto sai de dentro da água. Quando a fêmea é fertilizada, procura um mamífero para picar, porque o desenvolvimento dos ovos que ela carrega depende da proteína do sangue, que pode ser o de um ser humano.

Ao contrário do mosquito da dengue, por exemplo, o borrachudo não gosta de água parada, e quanto mais sujeira houver, melhor para ele. As larvas se alimentam de matéria orgânica por isso, lixo e dejetos de animais são o combustível para o criatório do borrachudo.

Fotos: Divulgação

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